Esporte

Sindicato manobrou para não perder propriedade em ação judicial

Atual gestão do Sindsaúde também deixou filiados sem planos de saúde; Sindicatos de Rondônia formaram um grande “grupão” que se perpetua no poder

Tá tudo certo mesmo?

A secretária de educação do Estado, Fátima Gavioli concedeu entrevista esta semana a uma rádio e a impressão que eu tive ao ouvir o programa foi que a educação em Rondônia está vivendo no melhor dos mundos, quase uma Finlândia. Deve ser por isso que o SINTERO se calou na gestão Confúcio Moura. Os professores devem estar sendo excelentemente remunerados, as escolas estão fantásticas em termos de estrutura e qualidade de ensino. Deu até vontade de voltar para a sala de aula.

Grupão

Falei sobre o assunto na semana passada e volto ao tema, a questão dos sindicatos. O Sintero é um exemplo de, como chamam os próprios sindicalistas, “pelego”. A diretoria atual, reeleita em um tumultuado pleito, com uso descarado da máquina sindical, simplesmente desapareceu em relação as demandas de seus filiados. Uma pena, já foi um sindicato combativo. Mas fica evidente também perceber uma aliança entre as lideranças sindicais de Rondônia, um apóia o outro durante as eleições, uma verdadeira promiscuidade que passa desapercebida pela justiça. E os filiados, sempre ocupados trabalhando, não tem tempo para participar da vida política de seus sindicatos. Temos então a perpetuação das chamadas “lideranças”.

Manobras

O Sindsaúde, por exemplo, que realiza eleições na próxima semana, fez um verdadeiro malabarismo para não perder sua sede campestre em uma das ações movidas por credores. O atual presidente Caio Marim transferiu a sede, que antes pertencia ao sindicato, para uma associação criada também por ele, com o único fim de administrar a sede. Com isso, a propriedade não pode ser arrestada pela justiça. E ações contra o sindicato não faltam, inclusive uma movida pela Unimed, que suspendeu os planos dos filiados, que de uma hora para outra se viram sem plano, perderam as carências quando fizeram a migração e agora estão em situação complicada.

Devassa da devassa

Agora a vida do ex-presidente Lula está complicada. Pior, está complicando também a vida de seus vizinhos de triplex. O Ministério Público Federal marcou para fevereiro a oitiva de todos os moradores do Solaris, prédio de apartamentos no qual Lula e Marisa possuem um triplex supostamente pago por empreiteiras que prestavam serviços ao governo. Com isso, o mito de “alma mais honesta do mundo” começa a desabar. E se dona Marisa vacilar em seu depoimento, a coisa pode ficar muito feia para o casal.

Impotente

Quem não está nada satisfeita com esses desdobramentos da Operação Lava Jato é a presidente Dilma, que está vivendo um verdadeiro inferno astral. Pior que em relação ao “companheiro Lula” ela não tem como fazer nada. Aliás, ela está com problemas bem maiores, como a baixíssima popularidade, a falta de confiança do mercado exterior, a volta do Congresso em fevereiro, quando serão retomadas as discussões sobre o impeachment e claro, a manutenção do próprio cargo. Se Dilma conseguir superar todos esses desafios, ainda terá uma última questão a resolver, quem será seu sucessor? Dependendo de quem seja, ela pode passar pelos mesmos problemas que Lula vive atualmente, o de ter a vida financeira devassada.

E para piorar

Este ano o Brasil vai sediar as Olimpíadas, um evento de projeção global, em meio a uma crise política, zika vírus e a fedentina da baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. Teremos ainda eleições municipais que devem marcar o início do fim do PT (dificilmente vai conseguir eleger prefeitos e vereadores) e somado a tudo isso uma inflação que avança, um crescimento que encolhe e uma das mais altas taxas de juros bancários do planeta. 2016, pelo jeito, será um ano muito, mas muito complicado para Dilma e seu “conselhão”, que reúne gente de todas as profissões e ramos. E como é típico do PT, reúne, reúne e ninguém resolve nada.

Na Prime

Degustações na Prime. Uma experiência gastronômica. Grupos fechados de 6 a 10 pessoas. São 6 cortes especiais de carnes nobres, 6 acompanhamentos e, em parceria com a Mister Malte cervejas especiais, 6 cervejas que harmonizam com cada corte. Todos os cortes e todas as cervejas são explicados, acompanhando folhetos impressos. Maiores informações na Prime, pelo telefone (69) 3015-5214 ou whatsapp (69) 9981-2280. Faça seu grupo e agente uma degustação. Av. Jorge Teixeira, 2773.

Sem dinheiro

Lauro Jardim, do jornal O Globo, informa que é de R$ 20 bilhões o déficit do Estado do Rio de Janeiro para 2016, de acordo com estimativas do govern o Pezão. A propósito, fevereiro começou e Luiz Fernando Pezão não tem a menor ideia de onde conseguirá dinheiro para pagar os salários do funcionalismo relativos a janeiro.

Encalacrado

E a situação do casal Lula/Marisa só piora. Nesta sexta-feira, em seu perfil no Facebook, declarou que “apenas frequenta o sítio em Atibaia” e que o mesmo seria de “amigos da família”. Envolto em um turbilhão de denúncias e com gente querendo sua cabeça, Lula deveria começar a repensar suas declarações. A “alma mais honesta do mundo”, pelo jeito, está cada dia mais complicada.

Em nota

Divulgada pelo Instituto Lula nesta sexta-feira, o ex-presidente diz que ele e sua esposa “nunca esconderam que ela adquiriu, em 2005, uma cota da Bancoop, paga em prestações mensais, que foi declarada no Imposto de Renda”. “Mas nunca foram proprietários de apartamento em qualquer condomínio da Bancoop ou de suas sucessoras”. Na quarta-feira, 27, a Operação Lava Jato deflagrou a Triplo X, sua 22ª fase, que tinha como alvos a Bancoop, a OAS e a Mossack Fonseca. Segundo a PF, esta etapa da investigação apura a ocultação de patrimônio por meio de um empreendimento imobiliário, o Condomínio Solaris.

Em Rondônia

Sete, das 52 prefeituras cancelaram o carnaval este ano em função da crise financeira. Pimenta Bueno, Vilhena, Rolim de Moura, Cerejeiras, Guajará-Mirim, Ariquemes e Seringueiras vão ficar sem carnaval. A maioria das cidades de Rondônia passa por dificuldades. Faltam recursos para coisas básicas, então a decisão dessas prefeituras é a mais correta.

Decisão federal

O juiz federal Dimis da Costa Braga, que está respondendo pela 2ª Vara Federal em Rondônia, determinou em sentença que a faculdade Uniron efetue a matrícula de uma aluna no curso de Arquitetura independente da apresentação do certificado de conclusão do nível médio (2º grau). A estudante realizou o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) e obteve nota suficiente para ingressar no curso, com bolsa de 50% financiada pelo Prouni. Ela ainda está concluindo o ensino médio na escola Padre Moretti e quando ela fez o Enem ainda não tinha 18 anos completo. Em sua decisão, o magistrado determinou que a escola emita o certificado em um prazo de 5 dias “uma vez que a aluna demonstrou extraordinário aproveitamento escolar” e que regra de ter 18 anos completos para conclusão do ensino médio deve ser flexibilizada. O magistrado também determinou que a faculdade realize a matrícula independente da apresentação do certificado.

Quer ser indenizado

O jornal O Globo informa nesta sexta-feira que o empresário Marcelo Odebrecht, preso desde junho na Operação Lava-Jato, processa União sob a acusação de que a força tarefa da Lava-Jato e o próprio juiz Sérgio Moro divulgaram indevidamente “informações de natureza íntima” sobre ele e seus familiares nas investigações. O pedido da defesa de Odebrecht foi feito no final de novembro e aceito parcialmente pela juíza Tatiana Pattaro Pereira, 21ª Vara Cível de São Paulo, no final do ano passado. Além de indenização por danos morais, os advogados queriam o recolhimento das imagens e fotos anexadas nas investigações, mas o pedido foi rejeitado pela juíza. Para Marcelo Odebrecht e seus familiares, o juiz Sérgio Moro, os servidores da Justiça Federal de Curitiba e a Polícia Federal agiram sem “prudência e cuidado” ao divulgar informações familiares. A juíza aceitou continuar com a ação por danos morais, mas rejeitou o pedido de recolhimentos dos documentos anexados a investigação. De acordo com Pereira, ela não tem competência para avaliar a importância dos fatos anexados à investigação. No ano passado, a defesa do empreiteiro entrou com uma solicitação para que o juiz seja investigado na Corregedoria Nacional de Justiça, à Corregedoria Regional da Justiça Federal da 4ª Região. O empreiteiro acusa o magistrado de ter permitido que dados e arquivos pessoais seus vazassem, ao incluir no processo judicial fotos das filhas e senhas de cartões de crédito de Marcelo. O material estava armazenado no celular que foi apreendido pela PF. Marcelo Odebrecht é acusado de pagar propina para que a sua empresa vencesse licitações para obras na Petrobras.

Clínica Mais Saúde informa – Exercícios não são o suficiente para perder peso, diz estudo

A prática de exercícios é parte fundamental de qualquer programa de combate à obesidade, mas um novo estudo publicado ontem no periódico científico “Current Biology” indica que o aumento na atividade física não é sempre o bastante para perder peso a longo prazo, embora ela continue essencial para ter uma vida saudável. Segundo pesquisadores liderados por Herman Pontzer, da Universidade da Cidade de Nova York (Cuny), nossos corpos acabam adaptando o nível de gasto de energia diário para permanecer o mesmo com ou sem a prática, o que significa que não necessariamente queimamos aquelas calorias extras apenas nos exercitando mais. Assim, eles defendem uma reavaliação dos impactos da atividade física no nosso balanço energético, e lembram a importância da combinação de uma dieta alimentar com os exercícios para alcançar os objetivos de perda de peso. De acordo com os cientistas, a descoberta ajuda explicar porquê as pessoas que começam um programa de atividades físicas para perder peso frequentemente vêm um declínio, ou mesmo uma reversão, nesse processo em alguns poucos meses. Grandes estudos comparativos anteriores já tinham mostrado que pessoas com um estilo de vida mais ativo tinham um gasto de energia diário similar ao de pessoas mais sedentárias, mas até agora não havia nenhuma indicação direta de como isso influenciaria a perda de peso. Diante disso, os pesquisadores afirmam que não se pode presumir que mais exercícios sempre se traduzirão em mais calorias queimadas. Segundo eles, provavelmente existe um “ponto ideal” na atividade física, em que pouco é prejudicial à saúde, mas demais leva o corpo a fazer grandes ajustes para se adaptar.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

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