Esporte

Nazif, Léo Moraes, Aluízio Vidal, Ribamar e Pimentel devem disputar prefeitura

Esses são os nomes dos pré-candidatos que já colocaram seus nomes à disposição. Já o PSDB parece não ter comando. Expedito Júnior sumiu do processo e esqueceu que antes de 2018 tem 2016

Rede

O pastor Aluizio Vidal, que foi candidato ao Senado nas últimas eleições vai disputar a prefeitura de Porto Velho pelo Rede Sustentabilidade, de Marina Silva. Mas o partido vai enfrentar seu primeiro grande desafio na política este ano, o de captar recursos para a campanha. Esse problema acompanha Vidal desde quando foi candidato pelo PSOL e pelo jeito vai ser bem difícil de resolver. O partido também deve lançar nominata de candidatos a vereador.

Anúncio oficial

Já o deputado estadual Léo Moraes anunciou nesta quarta-feira, em programa de rádio na capital, que é pré-candidato à prefeitura de Porto Velho, “isso é claro, se a população quiser”, acrescentou. Com o anúncio de Léo e de Aluízio, já temos confirmados três pré-candidatos, o terceiro é Nazif. O PMDB vem brigando internamente. Uma ala quer lançar Williamens Pimentel, defendendo candidatura própria. Outra prefere aliar-se com Nazif (que também gostaria) e indicar o vice, que possivelmente seria Emerson Castro. Por enquanto Pimentel tem levado a melhor na disputa.

Já os tucanos

Estão em voo cego sem definir onde pousar. Insistem com Mariana Carvalho encabeçando uma chapa ou no máximo aceitam discutir uma aliança, também com Nazif, indicando o irmão de Mariana, Maurício, como vice de Mauro. Mas por enquanto são apenas conjecturas. De concreto mesmo, nesse ninho tucano não tem nada ainda.

Essa indecisão

É prejudicial para os partidos que concorrem e favorece Nazif, cuja candidatura é certa. Correndo por fora na disputa temos ainda o deputado estadual Ribamar Araújo, que deve ser candidato pelo PR. Para Nazif, quanto mais candidatos, melhor. A oposição divide os votos.

PT nega

O diretório estadual do Partido dos Trabalhadores emitiu nota negando que vá apoiar a candidatura de Mauro Nazif à prefeitura. O PT garante ter “dois pré-candidatos à prefeito”, mas não revelou os nomes. Declarou ainda que “para discutir alianças com outras legendas, dentro do campo de alianças do PT, estaremos colocando o nome do nosso pré-candidato que for definido nos fóruns do Partido”. Um dos pré-candidatos do PT é o ex-prefeito Roberto Sobrinho e o outro seria o vereador Sid Orleans. Quanto a candidatura de Sobrinho nem preciso comentar né?

Por onde anda?

Enquanto se discute as eleições de 2016, um personagem que deveria estar no circuito mas vem se fazendo de “gato morto” é o ex-senador Expedito Júnior, presidente estadual do PSDB em Rondônia. Júnior já disse em ocasiões anteriores que não vai se meter nas decisões da municipal, mas parece que ele esqueceu (ou não observou) que seu futuro político (e de seu filho, o deputado federal Expedito Netto) passa diretamente pelo pleito deste ano.

Último cartucho

A situação política de Júnior é sensível e extremamente complicada. 2018 será um ano decisivo para sua vida pública. Se ele errar (ou perder), pode se aposentar e cuidar de outras coisas. A classe política rondoniense, de uma forma geral, envelheceu e não se antenou nas mudanças. Ser político não é mais simplesmente aparecer em ano de campanha. Tem que estar presente durante toda a vida política do Estado. Júnior é uma liderança, isso é indiscutível, mas está há muito fora de cargo público e espaços são tomados por novas lideranças.

Em relação a Netto

A situação é exatamente a mesma. Eleito pela média, quase sendo alcançado pelo ex-deputado federal Agnaldo Muniz (envolvido no escândalo das Sanguessugas), Netto não conseguiu mostrar a que veio. Tem andado em Brasília com um grupo composto por jovens políticos e filhos de senadores e governadores (do qual Mariana também faz parte), e talvez isso esteja tirando o foco do rapaz em relação a questões mais sérias. Tanto ele quanto Mariana estão completamente alheios à política regional, não fazem oposição ao governo local, não se preparam como lideranças em nível de estado. Caminham juntos para o ostracismo. Políticos de um mandato só. Dá tempo de corrigir, mas pelo jeito preferem ouvir a si próprios.

Futuro incerto

Expedito Júnior não definiu se disputa o governo ou senado em 2018. Após as eleições de 2014, percebeu que uma candidatura ao Executivo requer dinheiro e principalmente organização. Duas coisas que lhe faltaram nessa disputa. Ele também não se mexeu para fazer essas correções, e não, não está “muito cedo”. Quem pensa política tem que enxergar a longo prazo, e se preparar. É isso que difere o vencedor dos perdedores. 2016 vai ser a terraplanagem para 2018 e são prefeitos e vereadores que fazem esse trabalho, mas a orquestra precisa de um maestro que saiba conduzir o processo e por enquanto, quem vem fazendo isso muito bem é Acir Gurgacz.

Espaço

Em 2018 serão duas vagas ao Senado. Porém, temos potenciais candidatos de peso para essa disputa. Nomes consagrados como Jesualdo Pires, outros com potencial, como Jaqueline Cassol e Marcos Rogério, além de Valdir Raupp, possivelmente Mauro Nazif e o próprio Expedito. Além disso, teremos a disputa pelo governo do Estado com nomes como Gurgacz, Maurão de Carvalho e outros que devem surgir pelo caminho. Vai ser uma disputa apertada tanto para senado quanto governo, portanto se faz necessário planejamento e organização. Quem não tiver isso, pode arrumar o que fazer, porque vai apenas concorrer e não disputar.

Falando em Cassol

O senador respira aliviado desde a prisão de Delcídio Amaral, ocorrida ano passado. Cassol temia entrar para a história como o primeiro senador preso no exercício do mandato, já que paira sobre ele a condenação pelo STF por direcionamento de licitação no período em que foi prefeito de Rolim de Moura. Como Delcídio foi preso na Lava-Jato tramando a fuga de Cerveró, Cassol escapou de protagonizar esse capítulo complicado da história do Brasilo. Só não deve conseguir escapar da punição.

Quartas Prime

A Prime Espaço Gourmet está realizando as quartas Prime, um espaço onde você pode degustar cortes especiais, feitos na hora à sua escolha, acompanhados de cervejas importadas com dicas de harmonização. E como trilha sonora, Gustavo Erse com repértório pop rock de primeira. Junte seu grupo e vá conferir. A Prime funciona na Jorge Teixeira, 2773 e o telefone é o 3015-5214.

Mais bolsa

O governo Dilma, ao invés de combater o avanço da Zika no país, preferiu outra estratégia, vai dar uma bolsa às mulheres que tiverem bebês com microcefalia no valor de um salário mínimo. Isso mesmo, mas investir em blitz nos quintais, conscientização sobre formas de combater o mosquito, nem pensar. Melhor dar uma bolsa, assim o PT ainda garante uns votinhos. Já são 4.180 casos de microcefalia diagnosticados em 24 estados. O Ministério da Saúde disse que a circulação autóctone do vírus está presente em 22 unidades federativas, entre elas São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Bahia, Paraná, Mato Grosso do Sul, Roraima, Amazonas e Rondônia.

Clínica Mais Saúde informa – Ataques cardíacos podem gerar sintomas diferentes nas mulheres

O coração de uma mulher esconde mistérios ainda não solucionados pela ciência. Mundo afora, médicos vêm observando que, quando sofrem um ataque cardíaco, elas podem apresentar sintomas diferentes da clássica dor no peito tão relatada por homens. No universo feminino, não é raro o problema ser acompanhado por alertas mais dispersos, como náuseas, vômitos, falta de ar, dor nas costas e no pescoço, sudorese e indigestão. A explicação para essas reações atípicas permanece um enigma, para o qual não há senão hipóteses, por enquanto. Mas, se há um consenso, é de que ataques do coração em homens e em mulheres são definitivamente diferentes — e devem ser estudados e tratados como tal. Por enquanto, há uma hipótese principal para explicar a ocorrência de sintomas além da conhecida dor no peito. Por causa de uma proteção prolongada pelo estrogênio, os vasos sanguíneos das mulheres se dilatam mais do que os dos homens. Isso impediria que as artérias fiquem completamente bloqueadas, aliviando a dor no peito. Porém, em contrapartida, daria margem para o surgimento de outros sintomas que pouco são sentidos pelos homens. Além disso, mesmo após um episódio de infarto, as mulheres, em geral, têm mais dificuldade para seguir um tratamento de reabilitação, segundo médicos. Isto ocorreria porque boa parte delas tem muitas responsabilidades em casa, com filhos e com trabalho. No entanto não é qualquer tontura ou mal-estar que é indício de infarto em mulheres. Como é difícil rastrear sintomas tão genéricos quanto náusea ou dor nas costas, o mais importante é acompanhar a saúde do coração com exames periódicos.

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FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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