Esporte

Fica Dilma, o Brasil precisa de você para ver se aprende a não errar mais

Populismo implantado por Lula e seguido à risca por Dilma comprova que o modelo político e econômico está errado. Mas ela não pode sofrer impeachment, ela tem que sofrer com a gente

Você se deixou enganar

O ex-presidente Lula, que vem sendo visto atualmente como “malandro” não mudou. Ele sempre foi assim. Você eleitor, que se deixou levar pela roupagem de “lulinha paz e amor”, pelo discurso dócil, pelo choro de um passado marcado pela pobreza. Teve complacência, condescendência e agora quer ver Lula preso e Dilma fora do poder. Lamento informar, mas o impeachment está cada vez mais longe. Ela é protegida por um Congresso oportunista, venal, composto, em sua maioria, por criaturas da mesma espécie que Lula e Dilma, políticos preocupados com suas negociatas e nunca com seus eleitores ou com o país.

Portanto

Não adianta agora querer “mudança na marra”. Também não adianta tirar Dilma agora. Vai ser pior, acredite. O PT vai passar à condição de vítima, Lula vai crescer nas pesquisas porque vai dizer que Dilma não fez o que ele disse que era para ter feito e que, se ele voltar, o Brasil sai do buraco. Não vamos sair. Vamos afundar ainda mais. O modelo está errado e não apenas a classe política. Vou explicar.

Socialismo tupiniquim

O Brasil de 1988, ano em que foi redigida a atual Constituição, saía de uma ditadura militar que durara 20 anos. Nesse período sombrio da história tivemos abusos, cassação de direitos, assassinatos, torturas e éramos um país miserável que estava se conhecendo e crescendo para o Norte. Os legisladores se inspiraram na Carta Magna francesa e ampliaram direitos e o paternalismo estatal. Mas isso está nos inviabilizando economicamente. Temos uma economia frágil, como é frágil nosso sistema político, que permite a corruptos, ladrões e assassinos ocuparem altos cargos na estrutura de poder. Só no Brasil que existe o tal “trânsito em julgado”. Ao mesmo tempo o Estado garante, constitucionalmente, o acesso a educação, saúde e segurança , mas só no papel. A realidade é bem diferente.

No Brasil petista

Tivemos uma inversão de valores. Enquanto o neoliberalismo de Fernando Henrique Cardoso buscava um estado mínimo, o lulopetismo prega exatamente o contrário. O tal Bolsa Família garantiu o apoio da massa, medidas provisórias de estímulo ao consumo iludiram a classe média e os muito ricos (banqueiros e investidores) se lambuzavam (e lambuzam) em altas taxas bancárias. O cenário para o desastre estava pronto, só faltava estourar. E sinais não faltaram. Durante toda a eleição de 2014 se falava sobre uma crise que se aproximava, chegava a hora de pagar a conta pelos programas sociais liberados sem critérios sérios. Mesmo assim, os brasileiros, em sua maioria, preferiram apostar em Dilma, indo contra a opinião de técnicos, especialistas e consultores do mundo inteiro.

Então

Não adianta agora dizer que foi enganado, você se deixou enganar pelo discurso fácil, é diferente. Insistir no impeachment, nessa altura do campeonato é burrice. Dilma tem que sofrer até o último dia de mandato, tem que atravessar a crise e ela vai piorar, principalmente para os mais pobres que se achavam “filhos de Lula”. Quem tem muito dinheiro, migra seu capital para outros mercados e a classe média, composta em sua maioria por servidores públicos, reclama, reclama, mas consegue passar. Já as pequenas e médias empresas, bem, essas que costumam pagar a conta e tenta sobreviver. Resta saber por quanto tempo.

Mudanças

O modelo francês trabalhista, no qual o Brasil se inspirou, já está mudando. Na França a jornada de trabalho é de 35 horas semanais. Com numa das legislações trabalhistas mais paternalistas do mundo, a França se vê em uma situação complicada e agora está flexibilizando as leis trabalhistas para aumentar a oferta de emprego. O Brasil precisa fazer o mesmo. Nós estamos muito, mas muito longe de sermos um estado francês. Estamos mais perto da Venezuela, onde uma lata de leite em pó custa o equivalente a 22% do salário mínimo daquele país. Estamos caminhando para o mesmo buraco. Um congresso venal, uma presidente autoritária e um povo adormecido.

Começo do fim

Quem tem negócios com a JBS Friboi é bom resolver logo, porque o grupo caminha para a falência. Nesta terça-feira as ações despencaram 11% na bolsa de valores após o Ministério Público Federal denunciar o sócio da JBS, Joesley Mendonça Batista e outros 8 por crimes contra o sistema financeiro nacional. Segundo os promotores, as empresas do grupo concederam empréstimos entre si, em operações conhecidas como “troca de chumbo”, na qual instituições financeiras de diferentes grupos econômicos emitem crédito a empresas que também fazem parte desses conglomerados. A lei veda a concessão de empréstimo de uma entidade financeira a suas sociedades controladoras. De acordo com o MPF, J&F Participações e a Flora Produtos de Higiene e Limpeza, da J&F, obtiveram 80 milhões de reais em empréstimos do Banco Rural, um dia após abrirem contas correntes na instituição.Quatro dias depois, a empresa Trapézio, controladora do Banco Rural, recebeu empréstimo no mesmo valor, 80 milhões de reais, ao firmar contrato com o Banco Original, da J&F, responsável por emitir a nova operação de crédito.

Evidente

Que esse valor, R$ 80 milhões é troco perto do tamanho do grupo, mas não é de hoje que especialistas afirmam que a JBS não passa de uma bolha, muito parecida com as empresas de Eike Batista. Como estamos no Brasil e a gente sabe como as coisas por aqui funcionam, eu não arriscaria pegar um cheque da JBS para descontar daqui a 30 dias sem nenhuma garantia. Já vimos esse filme por diversas vezes. Mudaram apenas os atores e o cenário, mas o roteiro é sempre o mesmo.

Sabe o que falta?

O lobista Júlio Gerin Camargo, delator da Operação Lava Jato declarou ter “emprestado” duas aeronaves ao ex-ministro Chefe da Casa Civil José Dirceu, que percorreu a distância de 105 mil quilômetros em 113 viagens como parte do pagamento de uma propina. As viagens aconteceram nos anos de 2010 e 2011. Olhando as planilhas apresentadas pelo delator, não encontrei nenhuma viagem dele à Rondônia. Ele esteve no Estado em 2009, tratando de campanhas para governo que ocorreriam no ano seguinte. Acho que nessa época, o pixuleco ainda estava sendo pago em dinheiro.

No Tocantins

A polícia prendeu o ex-senador Manoel Alencar Neto, de 67 anos, mais conhecido como Nezinho Alencar, acusado de abusar sexualmente de duas meninas de seis e oito anos. Nezinho foi preso no sábado, em Guaraí, durante a ‘Operação Confiar’ da Polícia Federal (PF). Segundo informações, as menores eram filhas de funcionários de uma fazenda do político. O pai das meninas, que não teve o nome divulgado, ao desconfiar do abuso há aproximadamente três meses, gravou um vídeo para provar a ação e denunciou o ex-senador à PF.

Em Roraima

A desembargadora federal Monica Sifuentes do Tribunal Regional da 1° Região, em Brasília, concedeu habeas corpus ao ex-governador Neudo Campos (PP), que cumprirá pena de 13 anos em regime fechado por roubo de dinheiro público. Na quinta-feira (21), a Justiça Federal, por meio da 1ª Vara, determinou sua prisão. A ação é resultado de um processo do Ministério Público Federal (MPF) que o acusa de estelionato. De acordo com as investigações, Campos era responsável por inserir nomes de funcionários fictícios na folha de pagamento do Departamento de Estradas e Rodagem de Roraima (DER) e efetuar os saques em nome de terceiros. Segundo as investigações, no ano de 2002 foram desviados R$ 70 milhões oriundos de repasses de convênios da União ao estado de Roraima.

Gafanhotagem

O esquema gerou dano ao erário e enriquecimento ilícito de terceiros. Marido da governadora Suely Campos (PP), o ex-chefe do Executivo Estadual foi nomeado em 2015 como ‘consultor especial’ no governo da esposa sem direito à remuneração. O esquema montado por Campos ficou nacionalmente conhecido na Operaçpão Gafanhotos, da Polícia Federal. Os valores dos salários eram sacados por terceiros, denominados ‘gafanhotos’, e repassados a políticos e conselheiros de contas da escolha de Campos, que usava uma empresa para a ‘operacionalização do esquema’. A sentença que estipulou a pena de 13 anos e quatro meses de prisão foi dada em julho de 2011 pelo juiz Marcos Vinícius Lipienski. Desde lá, os advogados de Campos entraram com diversos recursos à decisão, mas nenhum foi aceito. E ele, claro, continua solto.

E o mundo

Descobriu agora que o Brasil é um país perigoso no que diz respeito ao Zika Vírus. A epidemia vai completar o pesadelo petista, já que deve reduzir maciçamente a vinda de turistas durante as Olimpíadas. Diversos casos foram registrados em vários países e a fonte de contaminação foram estados brasileiros. Mesmo com todos os avisos, os governos e prefeituras não se prepararam para conter o avanço da doença. No país do faz de contas, a verdade nunca foi tão cruel. Mulheres, evitem engravidar. O vírus ainda é recente, não se sabe qual a dimensão das desgraças causadas por ele.

Clínica Mais Saúde informa – Sopa de espinafre pode ajudar a controlar a hipertensão

Pesquisadores do St. Michael’s Hospital, no Canadá, descobriram que a sopa de espinafre tem propriedades que ajudam a controlar a pressão arterial. Quem gosta do vegetal também podem aproveitar para ingerir o alimento puro e terá o mesmo resultado. Segundo os estudos, o nitrato inorgânico que existe no espinafre se transforma em óxido nítrico no organismo. Essa molécula tem a capacidade de dilatar os vasos sanguíneos. Como consequência, a pressão arterial diminui naturalmente. Ingredientes: 1 cebola; 1 maço de espinafre; Azeite de oliva; Temperos a gosto; Sal. Modo de preparo: Corte uma cebola em pedaços e refogue-a no azeite, apenas para dourar. Após lavar o espinafre, coloque-o na panela junto com a cebola. Acrescente os temperos de suas preferência e deixe cozinhar. Também adicione uma pitada de sal. Depois de cozido, ponha tudo no liquidificador e bata a sopa de espinafre. Devolva para a panela e espere ferver e está pronta para servir.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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