Esporte

Saiba por que Mariana Carvalho não será candidata à prefeita de Porto Velho

Veja ainda: Alex Testoni começa a ressurgir na mídia e o inferno astral de Cabo Anjos, que, de angelical, segundo seus ex-assessores, só tem o nome

Tudo igual

Eis que 2016 nos remete a velhas práticas que ressurgem, assim como alguns personagens. O vereador Cabo Anjos, de Porto Velho, está vivendo seu momento de inferno astral ao ver revelado um documento firmado em cartório em 2010, onde ele se comprometeu a nomear dois “assessores”, com salários de R$ 6 mil caso fosse eleito deputado estadual naquele pleito. O documento original foi entregue à Polícia Federal que deve (ou não) conduzir as investigações.

Outro

Que ressurge, e parece que com planos de prosseguir no cenário político, é o prefeito de Ouro Preto do Oeste, Alex Testoni que enviou release às redações informando que viajou à Brasília em busca de recursos para seu município. Pura balela, tendo em vista que qualquer pessoa, por menos informada que seja, sabe que a capital federal só volta a funcionar, de fato, quando o Congresso retornar. Testoni, que viveu seu inferno astral em 2014 quando foi preso na Operação Ludus estava em silêncio, mas agora parece ter retomado o gosto pelo poder. Ele não pode disputar a reeleição, mas certamente vai trabalhar muito para fazer seu sucessor.

De olho em 2018

As eleições deste ano são de suma importância para qualquer um que queira entrar em disputas em 2018, seja para governo, seja para senado (serão duas vagas) ou para a câmara federal e assembleia legislativa. A única pessoa que parece não ter enxergado o “timing” do momento é Mariana Carvalho, que insiste na velha conversa de que “está muito cedo para definir”. Não, não está. Com a redução do tempo de campanha torna-se fundamental que candidatos já estejam se organizando. Ela apresenta todos os indicativos de que não será candidata, mas continua embromando com conversa para ruminantes.

Base

As eleições de 2016 vão construir a base para as candidaturas majoritárias de 2018. Prefeitos e vereadores são responsáveis por pedir votos, organizar reuniões e obter apoio nos municípios. Os partidos adotam estratégias diferentes. O PSB, por exemplo, quer eleger a maior quantidade de vereadores possível, já o PMDB prefere prefeituras e para o PSDB é mais importante ter representantes em Brasília que prefeitos em Rondônia.

É por causa disso

Que Mariana Carvalho não deverá ser candidata à prefeitura de Porto Velho. Se por um acaso Mariana fosse eleita, assumiria em seu lugar Agnaldo Muniz (PSC) primeiro suplente da coligação. Mariana é tucana de ninho, já Muniz vai para onde soprar o vento. No cenário nacional é muito mais importante a ‘oposição’ ter um voto no Congresso que um prefeito em Porto Velho. Há que se levar em consideração o fato dela não ser burra. Conhece os problemas de Porto Velho, sabe que a crise continuará em 2017 e que no Executivo a conversa é diferente. Os primeiros 100 dias até que a população perdoa, mas depois disso, as cobranças são mais intensas.

Se ela perder

Volta para o Congresso, mas será uma derrota fragorosa para uma disputa na qual ela já foi derrotada. Os mais afoitos que acham que ela tem obrigação de disputar as eleições não fazem contas, simplesmente se deixam levar pela euforia. E esse é o primeiro passo para o fracasso. E quem se deixa levar pela passionalidade ao invés da razão, está fadado a um fim precoce.

Falta de zelo

Acidentes envolvendo carros oficiais estão se tornando cada vez mais comuns e isso tem um motivo bem simples, os motoristas dificilmente são responsabilizados. Uma rápida pesquisa na internet, percebe-se dezenas de casos de acidentes envolvendo esses veículos e vão de simples batidas a capotamentos cinematográficos passando, é claro, pelo uso indevido para atividades particulares. Multas não são pagas, o interior dos veículos são destruídos em uma total falta de zelo com o patrimônio. Depois tem gente que se pergunta porque os órgãos nunca dispõe de veículos suficientes.

Ostensivo

A Polícia Militar vem se fazendo mais presente nas ruas de Porto Velho, o que é notável. Ao circular pela cidade podemos observar policiais fazendo abordagens em diversos bairros e até em avenidas movimentadas. O mérito é do atual comandante Enedy Dias de Araújo que assumiu o comando no último dia 6 e já vem mostrando serviço. Em que pese divergências entre PAINEL POLÍTICO e o comandante, há que se reconhecer seu mérito. Sempre foi um exímio comandante. Quando atuou na região central do Estado, combateu (e desarticulou) uma tal LCP, braço armado do MST que achava ter o direito de invadir fazendas com armas em punho, usando táticas terroristas. Pelo jeito, ao menos em relação ao policiamento ostensivo, a PM vem se destacando.

Crise

A cidade de Poto Velho fechou em 2015, 10.900 postos de trabalho formais, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério do Trabalho e Emprego. E não, isso não aconteceu por causa do fim da construção das usinas. As demissões ocorreram em 2013, ano em que Porto Velho liderou a lista das 50 cidades que mais demitiram no país. Naquele ano foram 8.112 postos de trabalho fechados. As demissões das usinas não causaram tanto impacto porque a grande maioria dos trabalhadores migrou para Belo Monte PA), onde também está sendo construída uma usina.

lan AlexE vai apertar

As empresas de Porto Velho, de pequeno, médio e grande porte estão reduzindo ao máximo as despesas com pessoal, e para isso estão investindo em tecnologia e centralização. O setor de construção civil, um dos que mais emprega, está parado e o de serviços está acompanhando. Estamos virando um país de autônomos informais devido a alta carga tributária.

Reflexo

Se pegarmos como exemplo o Porto Velho Shopping, basta observar a quantidade de quiosques que abriram nos últimos meses. Lojistas estão preferindo reduzir os espaços. Com isso, reduzem o número de funcionários e despesa. O shopping está quase virando um camelódromo de luxo. Daqui uns dias, se mantiver esse ritmo, vão sobrar apenas as lojas âncoras e uma centena de quiosques.

Novo modelo

O mercado de TV por assinatura atravessa uma das piores crises de seus quase 25 anos de história no Brasil. Segundo dados divulgados nesta semana pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), o setor perdeu meio milhão de assinantes em apenas quatro meses, de julho a novembro. As operadoras encerraram o penúltimo mês de 2015 com 19,167 milhões de assinantes, uma queda de 2,5% em relação aos 19,658 milhões de clientes que tinham em julho. Em contrapartida, o setor de serviços de assinatura por streaming disparou. A Netflix atingiu 75 milhões de assinantes. Estamos presenciando uma nova era nas comunicações, e quem não estiver antenado nos novos modelos, vai afundar.

Clínica Mais Saúde informa – Estatinas podem aumentar o risco de ataques cardíacos

As estatinas, que são projetadas para ajudar a proteger as pessoas de insuficiência cardíaca, podem realmente aumentar o risco de um ataque cardíaco, de acordo com novo estudo. Pesquisadores dizem que as drogas, que são tomadas por cerca de 12 milhões de pacientes só no Reino Unido, são mais propensas a causar depósitos de cálcio nas artérias, o que pode levar a um ataque cardíaco, diz o “Daily Mail”. As estatinas foram desenvolvidas para baixar o colesterol, mas elas também bloqueiam uma molécula necessária para produzir vitamina K, que impede a calcificação das artérias. O autor do relatório, publicado na “Expert Review of Clinical Pharmacology”, diz que não há “nenhuma evidência para apoiar as pessoas que tomam estatinas”, substância que os oponentes dizem também causar outros problemas de saúde, incluindo fraqueza esquelética e dor muscular. Os medicamentos Lipitor, Crestor, Zocor e outras estatinas têm sido o tratamento padrão para redução do colesterol há mais de 20 anos. Essas pílulas funcionam reduzindo a produção de colesterol no fígado. As estatinas também têm sido desde há muito recomendadas para pessoas que já têm doenças cardíacas e foram creditadas como ajudando a reduzir o risco de ataque cardíaco e derrame.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: As perspectiva de inflação pioram segundo Boletim Focus – Por Silvio Persivo

    Sobre os fatos hediondos e lamentáveis. “Aconteceu e, portanto, pode voltar a acontecer: está a essência do que temos para dizer” (Primo Levi). BLACK FRIDAY IMPULSIONA COMÉRCIO DE RONDÔNIA Segundo a  Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio/RO). a Black Friday de 2026 deve movimentar cerca de R$ 736 milhões em Rondônia. Para Porto Velho, a estimativa é de R$ 147 milhões em vendas, com um crescimento previsto de 3,2%.  No cenário nacional, um estudo da Stefanini Marketing estimou que a data poderá gerar R$ 14,47 bilhões em vendas e 18,3 milhões de pedidos. Uma sondagem da Fecomércio/RO aponta que 68,4% dos consumidores pretendem fazer compras. Entre os produtos mais procurados estão roupas (51,8%), eletrodomésticos (31,9%) e eletrônicos (23%). A pesquisa também aponta que 48,1% planejam pagar à vista, enquanto 50,9% pretendem antecipar as compras para a semana anterior à Black Friday. Para a Fecomércio/RO, a movimentação antecipada pode estender o período de promoções e contribuir para as vendas de fim de ano. “A antecipação das compras deve ampliar o período de promoções e, este ano, inclusive com o apoio direto do Sebrae de Rondônia, os empresários se prepararam mais. Daí a suposição de que a Black Friday deve impulsionar as vendas de fim de ano”, disse o presidente da entidade, Raniery Araújo Coêlho. PREÇO DO DIESEL AUMENTA QUASE 2% EM RONDÔNIA O Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), que acompanha o comportamento de preços nos postos de combustível, aponta que Rondônia registrou um cenário de alta nos preços dos combustíveis em outubro, na comparação com setembro, com exceção do etanol.  O diesel comum subiu 1,93%, custando em média R$ 7,39 já o S-10 ficou 1,87% mais caro, com preço médio de R$ 7,61, enquanto a gasolina subiu 0,13%, alcançando R$ 7,45. No sentido oposto, o etanol recuou 0,58%, cotado a R$ 5,14. Segundo Vinicios Fernandes, Diretor de Unidades de Negócios da Edenred Mobilidade, “Em outubro, Rondônia apresentou uma tendência de alta nos preços da maior parte dos combustíveis, com destaque para o diesel, que registrou os avanços mais expressivos no período. Com a queda registrada no período, o etanol se consolida como a opção mais econômica e sustentável para os motoristas rondonienses”. ENCONTRO DE CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS DE RONDÔNIA O governo do estado realizou na segunda-feira (2) o 4º Encontro Estadual de Catadores de Materiais Recicláveis, entre os municípios de Presidente Médici e Ji-Paraná. Durante o evento, encerrado na terça-feira (3), cerca de 100 profissionais organizados em cooperativas, associações ou de forma individual participaram da programação, coordenada pela Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), com palestras, visita técnica, atividades práticas e levantamento de demandas que ampliem a geração de renda, qualifiquem a atuação das cooperativas e associações, difundam práticas seguras de trabalho e consolidem propostas para o desenvolvimento da política pública de reciclagem inclusiva no estado.  A titular da Seas, Luana Rocha reforçou, que com estes encontros o governo, por meio da Seas, contribui com a organização dos catadores no estado para o fortalecimento das cooperativas e a construção de uma pauta unificada em defesa da reciclagem inclusiva em Rondônia. ““A escolha de Presidente Médici atendeu ao pedido dos próprios catadores, apresentado no Fórum Estadual de Lixo e Cidadania, pelo fato de o município estar mais centralizado, favorecendo a participação de um número maior de catadores. Nesta edição foi inserida pela primeira vez a oficina do projeto “Recicla ON”, do Instituto Gea, do estado de São Paulo, focada na capacitação e estruturação de cooperativas de catadores para a destinação correta de resíduos eletroeletrônicos (lixo eletrônico). AS PERSPECTIVAS DE INFLAÇÃO PIORAM SEGUNDO O BOLETIM FOCUS A mais recente edição do Boletim Focus mostra uma piora drástica das expectativas dos investidores com relação à inflação, aos juros e à taxa de câmbio. A piora se inicia pela inflação. Há quatro semanas, a estimativa este ano foi de 5,01%. Na semana passada, subiu para 5,19% e, nesta edição, avançou para 5,22%, bastante acima do teto da meta.  A projeção para 2027 também piorou. Nas últimas semanas, a expectativa estave ao redor de 4,3%. Acima da meta de 3%, mas dentro do limite aceitável. Agora, a projeção avançou para 4,76%, acima do teto de 1,5% da meta. A alta prevista é menos intensa nos anos de 2028 e de 2029. Porém, as estimativas para esses dois anos se situavam ao redor de 3,5% e agora estão ao redor de 4%, também  acima da meta. RESILIÊNCIA DA ECONOMIA GLOBAL DIMINUI AFIRMA FMI O documento final da 54ª reunião do Comitê Monetário e Financeiro Internacional (IMFC), nas reuniões anuais do FMI e do Banco Mundial, alerta que a economia global resiste a choques, mas sua capacidade de absorver novas turbulências diminui, após o desmantelamento da ordem geopolítica, conflitos e danos às cadeias de suprimentos, pela pandemia e por guerras. Assim o FMI pede políticas mais consistentes, reconstrução das reservas fiscais, estabilidade de preços e cooperação entre nações. O World Economic Outlook projeta um crescimento mundial de 3,1% em 2026 e 3,4% em 2027, e inflação global de 4,7% neste ano, recuando para 4,1% no próximo. Há diferenças: países beneficiados por investimentos em IA e condições comerciais favoráveis têm perspectivas melhores do que importadores de energia e economias de baixa renda. Interessante é que o documento destaca os riscos do endividamento público: a alta dos rendimentos dos títulos soberanos, somada à dívida elevada, pode encarecer o crédito. Recomenda consolidação fiscal e marcos fiscais, preservando investimentos prioritários e a proteção social; transferências temporárias e direcionadas seriam mais eficientes do que controles generalizados de preços. Na política monetária, pede estabilidade de preços, decisões baseadas em dados, comunicação clara e independência dos bancos centrais. A inteligência artificial impulsiona investimentos, comércio e produtividade, mas seus benefícios tendem a ser desiguais; revisões nas expectativas de rentabilidade podem provocar correções nos mercados e ampliar disparidades. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  TEIA DIGITAL

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