Esporte

Confúcio terá que demitir mais de 1.000 comissionados para manter folha em dia

Demissões podem chegar a 2.500 para que Estado possa ter contas equilibradas, do contrário, salários vão começar a atrasar logo em 2016; receita caiu 22% apenas este mês

Paradoxo

No Brasil as coisas são completamente loucas. O tema de redação do Enem foi a continuidade da violência contra as mulheres, mesmo com a lei Maria da Pena. O tema foi proposto na mesma semana em que uma comissão da Câmara dos Deputados cria dificuldades para o aborto de crianças geradas por estupro. É ou não um país insensato?

Outra

O almoxarifado da Secretaria de Justiça em Porto Velho foi alvo de furto no último sábado. Ladrões levaram 400 munições de calibre 38, 150 de calibre .40, aproximadamente 100 cartuchos de de calibre 12, além de 50 lanternas táticas e 12 computadores ainda na caixa. Porém, no almoxarifado trabalham 2 agentes penitenciários e 4 apenados “fazendo a segurança”. Os prejuízos foram calculados por alto em cerca de R$ 60 mil. Pedindo para serem roubados.

A crise bateu

O governo andou comemorando o fato de estar entre os 4 estados que estão com a folha de pagamento em situação regular, mas o que o governo não te contou é que essa situação vai mudar, e ainda este ano, caso não enxugue, e muito essa folha.

Demissões

Confúcio Moura esteve reunido este fim de semana em Ariquemes com seu ex-secretário de Finanças, Gilvan Ramos (preso na Operação Platéias – 2014) pedindo um socorro. A conversa foi tensa e o governador apresentou uma série de planilhas e relatórios e declarou que o Estado não tem condições de manter a folha sem demitir. Mas não são poucos. Seriam 1 mil comissionados para controlar e até 2.500 para aliviar e conseguir passar 2016 sem grandes sustos. A arrecadação do Estado caiu apenas em outubro, 22%. Outra medida seria mais uma reforma administrativa, dessa vez reduzindo cargos (até hoje só foram feitas fusões de pastas e aumentaram os cargos).

Semana do servidor

E o governo não vai cortar de uma vez. Serão feitas demissões em lotes, como de costume, sem avisar. O servidor só descobre quando vê o nome no Diário Oficial ou quando chega no banco para sacar o salário. E este mês o governo já está enfrentando problemas para pagar os salários, que deveriam ter sido pagos na semana passada. O Chefe da Casa Civil ainda tentou transferir a culpa do atraso para a greve dos bancos, mas eles não tem nada com isso. Quem processa a folha é o próprio governo e a liberação de crédito é automatizada, nem precisa de gerente. Balela.

Magoado

Gilvan Ramos foi convidado por Confúcio para voltar ao cargo, mas ele recusou. Está magoado pois considera ter sido “abandonado” quando foi preso na Operação Platéias. Mesmo assim, ele deu umas dicas ao governador. E vão acontecer as demissões.

Os fornecedores

Continuam na lista de espera e não são prioridade.

Atualmente

O Estado conta com 5.678 servidores, entre comissionados e os que recebem função gratificada (exclusiva para efetivos). Foram criados na última “reforma”, 282 cargos comissionados.

Olho no PMN

O presidente do PMN no Estado, Miguel Queiroz se tornou uma espécie de “eminência parda” do governo Confúcio. Ele é pai de Isis Queiroz, que anda mandando e desmandando no Executivo atualmente. A moça caiu nas graças de Confúcio que chegou a dar um “puxão de orelhas” em seu secretariado publicamente porque vários discordam das medidas adotadas por ela em nome da economia. Porém, essa economicidade não existe, de fato. A começar pelos gastos altíssimos do CPA (apelidado de Palácio Rio Madeira).

No puxão de orelhas

Confúcio se referia a críticas de secretários sobre o controle de frota, combustíveis e compra de peças, o que ele classificou como “inaceitável”. O problema é que o Estado gasta, e muito. Tem comprado camionetes, quando poderia comprar carros pequenos, já que a maioria das secretarias opera em áreas urbanas. E quando compra veículos de passeio, dá preferência para os de luxo. Nenhuma empresa responsável faz isso, mas o governo joga dinheiro público fora por total falta de planejamento. O que se percebe é que todo o discurso da SUGESPE não passa de papo furado. Confúcio, a moça até que é bonitinha, mas não serve. Aproveita, faz uma reforma, e pode trocar junto com o Reis (SESDEC), o bombeiro do DER e o coronel da SEDAM. Rondônia agradece.

Isis Queiroz manda e desmanda, mas não resolve nada...
Isis Queiroz manda e desmanda, mas não resolve nada…

Rolé

Os deputados estaduais resolveram ir todos à Manaus (AM) pela BR 319 em um movimento encabeçado pelo senador Acir Gugrcaz que pegou carona em uma mobilização que vem acontecendo por todo o Amazonas. Cá entre nós, essa é uma viagem que deveria ser feita apenas pela bancada federal, a quem compete discutir essa matéria. Os deputados estaduais deveriam fazer uma caravana para ver a desgraceira que estão as rodovias estaduais, desmanchando e uma buraqueira só, enquanto o caro e novo maquinário do DER apodrece nas regionais espalhadas pelo Estado. Os parlamentares estaduais só vão passear e ganhar diárias. É aquela coisa, só enxerga problema no gramado do vizinho, enquanto que o nosso, está todo cagado.

Zelotes lá

A PF deflagrou mais uma fase da Operação Zelotes, que investiga o CARF, o tribunal que julga débitos de empresas junto à União. Te lembrou algo? Pois é, aqui também tivemos uma operação que investigava o mesmo ‘modus operandi’, só que na SEFIN. O TATE é o nosso CARF.

Em andamento

Um grupo francês está com as conversas bem adiantadas em relação a compra da Eletrobrás Distribuição Rondônia e deve bater o martelo em 2016. O problema das privatizações no Brasil é que a gente nunca sabe se vai ficar pior ou melhor. A telefonia é um bom exemplo disso. O governo é uma mãe para essas empresas, que por sua vez prestam um serviço meia-boca e cobram o pacote full.

Vai manter

O relator do orçamento de 2016 da União, Ricardo Barros (PP-PR) afirmou que vai manter o corte de R$ 10 bi da Bolsa Família, apesar da pressão do Planalto. Esse corte representa 35% do valor global previsto ao programa. Já o governo afirma que é possível fechar o orçamento sem mexer no Bolsa Família. Barros rebateu, “há 72% ou 75% dos beneficiários que trabalham, e muitos com carteira assinada e com aposentadoria. Além disso, 10% não sacam o dinheiro. Com esses dados, acham que não deve mexer (em nada)?”.

DRU

O governo quer acelerar a aprovação de duas propostas nesta semana: A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que prevê a prorrogação da chamada DRU(Desvinculação de Receitas da União), mecanismo que permite ao governo mexer livremente em parte de suas receitas, enviada pelo governo ao Congresso no dia oito de julho deste ano. A proposta do governo, que quer prorrogar a DRU, é aumentar a alíquota de 20% para 30%. A DRU envolve R$ 121,4 bilhões e faz parte das contas fiscais. Numa mudança de posição, nesta semana, o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse que há chances de se aprovar a DRU. O deputado Marcos Rogério (PDT-RO) foi escolhido relator da proposta.

Pergunta

Alguém ai sabe me dizer para que está servindo a tal secretaria de turismo?

Clínica Mais Saúde informa – Pimenta pode reduzir pressão alta

A pimenta é a mais nova aliada no tratamento contra hipertensão. Um estudo chinês descobriu que a substância que torna a pimenta picante é responsável também por aumentar a produção de óxido nítrico – molécula que protege os vasos sanguíneos contra inflamação e disfunção. O cientista Zhiming Zhu, chefe da pesquisa feita pela Terceira Universidade Militar Médica da China, alimentou ratos hipertensos com uma dieta rica nessa substância, a capsaicina, e verificou a redução da pressão arterial com o passar do tempo. Pesquisas anteriores já haviam relacionado a capsaicina à redução do quadro de hipertensão, mas a diferença da abordagem chinesa foi a avaliação a longo prazo. Conforme os pesquisadores, ainda é cedo para afirmar se o tratamento em humanos será tão satisfatório quanto se observou em roedores. Também não se pode determinar, ainda, a quantidade de pimenta de deveria ser ingerida para um resultado positivo.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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