Esporte

AUDITORES DO TATE DOARAM DINHEIRO PARA CAMPANHA DE CONFÚCIO EM 2010

Empresa de auditor preso também fez doação de mais de R$ 300 mil na mesma campanha

Estreitas relações

Nas eleições de 2010, três membros da Primeira Instância do Tribunal Administrativo Tributário do Estado (TATE) fizeram doações para a campanha de Confúcio Moura. Evidente que isso não quer dizer nada, mas no mínimo deixa a gente com a pulga atrás da orelha. Além de Anivaldo de Deus Pinto (preso na Operação Mamon), que doou R$ 20 mil, também fizeram doações Carlos Alberto da Silva e Carlos Magno de Brito. O primeiro deu R$ 6 mil e o segundo R$ 15 mil. As doações foram depósitos em espécie.

Tem mais

Anivaldo era proprietário de um atacadista de grande porte em Rondônia. A empresa doou, sozinha em 2010, mais de R$ 360 mil para a campanha do então candidato Confúcio Moura. Na gestão Cassol, a tal empresa tinha praticamente quebrado, mas no governo Confúcio, ela voltou com força total. Mas esquemas envolvendo fiscais e governadores não são exclusividade de Rondônia. Beto Richa, governador do Paraná está enrolado em um escândalo parecido com o nosso. E por lá foi ainda mais dinheiro.

Eu até quero

Mudar de assunto e parar de falar nesse (des)governo mas fica difícil. A cada dia eles aprontam uma diferente. A última veio do setor de (in0segurança pública. Vamos lá, em 2013, mais precisamente em fevereiro, o governo da enganação entregou a população de Porto Velho a “nova central de flagrantes”, no caso a velha Central de Polícia, situada na Avenida Jorge Teixeira que foi pintada ao custo de R$ 950 mil. Na propaganda o governo dizia, “para concluir os trabalhos, foi necessário refazer o projeto e readequar a planilha orçamentária”.

Pois é

Na última segunda-feira, um curto-circuito deu início a um pequeno incêndio. Os bombeiros foram chamados, desligaram a chave-geral e recomendaram a troca de toda a fiação. Porém, a SESDEC religou a energia e trocou apenas um transformador. A central está operando normalmente.

Porém

O painel de energia que entrou em curto (prejudicando toda  fiação) fica embaixo da sala de armas e munições e o prédio da central é ao lado do depósito de uma loja de tintas (tinta é altamente inflamável ). Então, presos e policiais correm o risco de testemunharem uma tragédia anunciada porque o governo, para variar, enganou todo mundo com a tal “reforma”.

Fiasco

Muita gente tem questionado por onde anda o ex-secretário de Defesa Marcelo Bessa, que era chamado de “xerife”, pelos mais empolgados. Bessa é delegado da Polícia Federal, e tão logo descobriu que foi enganado pelo governo, deu no pé e atualmente vive em Criciúma (SC). Sua gestão pode ser considerada um dos maiores fiascos desse governo. Bessa, que estava muito bem em João Pessoa (PB), caiu no canto da sereia e veio para Rondônia assumir a SESDEC. Criou mais problemas que soluções.

Os índices

Da segurança pública de Rondônia estão longe de ser confiáveis. A SESDEC não tem estatística, os dados saem na base do “chutômetro”, é mais ou menos como a “mancha criminal” que é debatida no primeiro filme “Tropa de Elite”. As delegacias estão fechadas e o governo sonha com as tais UNISPs. Enquanto isso a população padece na mão de marginais. Os presídios estão caindo aos pedaços e não fosse pelo esfoço dos agentes penitenciários, a coisa estaria muito pior, acredite.

Reforma administrativa

Deve chegar na próxima semana à Assembleia Legislativa a proposta de “reforma administrativa” que Confúcio pretende fazer. Na verdade, a idéia principal é reduzir em cerca de 20% o valor dos CDS e a extinção de alguns setores, como a gerência de ciência e tecnologia. O que essa reforma vai representar para a população? Absolutamente nada. Confúcio precisaria extinguir coisas inúteis, como a tal secretaria da Paz, que virou superintendência e até hoje não mostrou a que veio, fora o fato de ser um cabide de emprego, daqueles bem descarados.

E o alvará?

Pois é, o tal Teatro Estadual continua sem…

Se armando

O atual secretário de Estado da Saúde, Williamens Pimentel, aquele que não consegue inaugurar o prédio pronto do Centro de Diagnósticos por Imagem, anda pensando seriamente em disputar a prefeitura de Porto Velho em 2016. Acho que antes dele tentar qualquer cargo eletivo, deveria tratar de resolver os problemas para os quais é pago, como o funcionamento das unidades de saúde e a mínima melhoria da rede, que só é “referência” na propaganda oficial. Quem vai conferir de perto, sabe que a coisa não funciona mesmo.

Mudo

Padre Ton, ex-deputado federal do PT e falante por natureza, parece que perdeu a língua. Um gato deve ter comido. Ele não esboça um murmúrio sequer sobre o escandaloso esquema montado na prefeitura de Cacoal, que envolve diretamente a administração de outro padre, o Franco Vialetto. Ton tem obrigação de falar sobre o assunto, uma vez que ele é presidente estadual do PT e Vialetto seu amigo, tanto de batina quanto de legenda.

A situação

É constrangedora e enterra de vez o PT de Rondônia. Por aqui, o partido teve uma oportunidade ímpar de se fortalecer e até chegar ao governo. Felizmente isso não aconteceu. Os grandes articuladores da legenda, Odair Cordeiro e Eduardo Valverde faleceram deixando órfãos todos do partido. Desde então, a coisa descambou para a baixaria, com direito a prisões, trocas de ofensas e um racha irremediável. Em Jaru, outra prefeitura comandada pelo PT, a coisa também não anda nada boa. A prefeita Sônia Cordeiro enfrentou uma série de obstáculos políticos junto à Câmara de Vereadores e a população não anda nada satisfeita com a gestão da bela.

Olha essa

A Polícia Federal apreendeu na tarde de ontem (18/5) quatro pés de maconha, cada um deles com 1,5 metros de altura. As plantas foram encontradas pela PF após uma denúncia anônima em uma casa localizada em um condomínio de classe média alta na região do Jardim Botânico no DF. A apreensão foi divulgada no perfil da PF, no Facebook e nunca uma ação foi tão veementemente criticada pelos internautas. Confira os comentários da divulgação (https://www.facebook.com/departamentodepoliciafederal/photos/a.465261690168176.116246.223630627664618/1053497424677930/?type=1&__mref=message_bubble)

Comunicado

Caros coleguinhas de imprensa, a partir de agora, quem faz reportagens policiais vai ter que andar com termos de autorização, além dos microfones e câmeras. É o fim do chamado “mundo cão”. Uma série de medidas foram adotadas em conjunto entre SESDEC, MP, OAB e jornalistas, para tentar brecar alguns exageros. A meu ver, uma medida que seria totalmente desnecessária se a central de flagrantes não fosse uma bagunça generalizada. O prédio já está um lixo e com o grande fluxo, fica difícil controlar acessos. O consolo é que a comissão de Direitos Humanos da OAB estava presente à reunião e intermediou os termos. Vamos ver como isso se dará no dia a dia.

Em detalhes

A grosso modo a medida proíbe entrevistas de qualquer bandido que esteja detido, salvo se ele autorizar, por escrito. Fotos poderão ser feitas Acho que seria mais producente garantir a segurança do preso dentro do sistema penal, que é de responsabilidade do Estado.

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos nowww.painelpolitico.com e www.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondência para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

É verdade que Pedialyte cura ressaca?

Pedialyte, bebida originalmente destinada ao público infantil para combater a desidratação em casos de diarreia e vômito, ganhou um novo uso: curar ressaca. Até alguns famosos apostam no produto para aliviar os sintomas do abuso de álcool, como os cantores Miley Cyrus e Pharrell Williams. De acordo com dados da empresa de pesquisa Nielsen, um terço das vendas é para uso de adultos, um aumento de quase 60% desde 2012. Sendo assim, a marca decidiu “abraçar” o novo mercado com campanhas publicitárias para esse público. O líquido, que também é vendido no Brasil, promete repor zinco e eletrólitos (sódio, potássio, cloro e outros minerais). Mas, afinal, funciona mesmo? Especialistas afirmam que pode realmente ajudar a aliviar a ressaca justamente ao combater a desidratação. “A maior parte dos sintomas de ressaca é causada pela espoliação de eletrólitos e sais minerais pela urina e é isso que o Pedialyte repõe”, disse o endocrinologista Pedro Assed, pesquisador do Grupo de Obesidade e Transtornos Alimentares da PUC-Rio-IEDE. Mas existem outras opções naturais para combater os incômodos da ressaca, como água de côco, chás verde e de ibisco, açafrão e brócolis.

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FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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