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Endividamento no começo de 2018 é menor que no ano passado – Por Sílvio Persivo

É verdade! “Nós vivemos numa geração de pessoas emocionalmente fracas. Tudo tem que ser abafado porque é ofensivo, inclusive a verdade” (Keanu Reeves).

POSSE DO COFECON

Na quinta-feira, 25 de janeiro, no Hotel Nacional, em Brasília ocorreu a posse do economista Wellington Leonardo da Silva como presidente do Conselho Federal de Economia-COFECON, para o mandato de 2018, juntamente com a economista Bianca de Andrade Lopes Rodrigues como vice-presidente. Vale ressaltar que, pela primeira vez, em 66 anos de existência da autarquia uma mulher assume o posto, o que comprova a ascensão feminina, mas, traz mais ainda alegria para nós, economistas de Rondônia, porque a Bianca, além de ter sido nossa presidente, ocupou importantes cargos no governo do Estado. Para Bianca os nossos parabéns e os votos de muito sucesso que, certamente, terá no seu mandato.

ESCURIDÃO E TRANSTORNO

E a energia faltando à tarde deste último dia de janeiro, no Shopping Porto Velho, causou um enorme transtorno. Algumas lojas até baixaram as portas e até mesmo a Praça de Alimentação ficou sem ter como funcionar. Só algumas lojas maiores conseguiram funcionar mesmo precariamente. Não se sabia o porquê do black-out na primeira meia hora.

 

AGROINDÚSTRIA DE PEIXES INAUGURADA EM VALE DO PARAÍSO

Com uma produção mensal de 4 toneladas por mês de processamento e comercialização de tambaqui, pirarucu e pintado, a Agroindústria Peixes Rodrigues foi inaugurada na segunda-feira (29), na zona rural de Vale do Paraíso, com o apoio do Governo de Rondônia. A primeira agroindústria do gênero atende aos mercados das cidades localizadas no eixo entre Ouro Preto do Oeste a Cacoal e já tem clientes interessados nas praças de Vilhena e de São Paulo. A meta dos investidores da agricultura familiar é de dobrar a produtividade nos próximos cinco anos. Rondônia possui mais de 500 agroindústrias registradas em diversos segmentos alimentícios e que abastecem o comércio regional. Segundo um dos proprietários, Elivelton Rodrigues, que emprega diretamente 14 pessoas e compra toda a produção de peixe da região. A Peixes Rodrigues está localizada a 10 quilômetros do centro de Vale do Paraíso, na linha 202, lote 94. Para ele, “O pequeno produtor faz a diferença no desenvolvimento de Rondônia. Começamos vendendo apenas 100 quilos de tambaqui e nossa produtividade vêm crescendo anualmente”.

CONSTRUÇÃO ESTÁ OTIMISTA COM 2018

A indústria da construção fechou 2017 com redução da atividade e do emprego. Mas, as quedas foram inferiores às registradas em dezembro dos anos anteriores. O índice de nível de atividade ficou em 44,9 pontos e o de número de empregados foi de 43 pontos em dezembro do ano passado. No mesmo mês de 2016, o indicador do nível de atividade foi de 37,9 pontos e o de emprego de 36 pontos, informa a Sondagem Indústria da Construção, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Os indicadores da pesquisa variam de zero a cem pontos. Quando estão abaixo de 50 pontos mostram queda da produção e do emprego em relação ao mês anterior. O Índice de Confiança do Empresário da Construção (ICEI) subiu para 57,2 pontos em janeiro, o maior nível desde fevereiro de 2013. Além disso, os indicadores de expectativa cresceram pelo segundo mês consecutivo em janeiro e estão acima da linha divisória dos 50 pontos, que separa o pessimismo do otimismo. Isto mostra que os empresários esperam o aumento do nível de atividade, de novos empreendimentos e serviços, de compra de insumos e matérias-primas e de número de empregados nos próximos seis meses. Para Flávia Ferraz, economista da CNI, “A melhora do otimismo do setor é resultado da recuperação da economia esperada para este ano e da manutenção dos juros em patamar reduzido”. Ela explicou que os juros baixos diminuem os custos dos financiamentos imobiliários e devem estimular a retomada da atividade na construção.

CONSUMO DEVE CRESCER MAIS DO QUE O PIB

Em São Paulo, no evento “Perspectivas para 2018: Economia, Política & Pessoas”, a economista chefe da XP Investimentos, Zeina Latif, afirmou que “Em 2018, não haverá espaço para erros, seja para empresas que movimentam o mercado, seja para as definições de metas econômicas do país” e projetou que o “PIB do Brasil terá que crescer 3% por cinco anos seguidos para atingir nível do PIB per capita pré-crise”, durante a plenária que abriu o encontro dedicado a analisar impactos da nova Lei Trabalhista e a necessidade de reformas na Previdência e na estrutura tributária nacional. A economista disse  que “o consumo deve crescer mais do que o PIB, e a inflação e o câmbio devem ficar estabilizados”.

 

 

ENDIVIDAMENTO NO COMEÇO DE 2018 É MENOR QUE NO ANO PASSADO

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostra que o percentual de famílias endividadas recuou para 61,3% em janeiro de 2018, apresentando queda em relação a dezembro passado (62,2%). Na comparação anual, no entanto, houve alta de 2,6 pontos percentuais. O estudo ressalta que a proporção das famílias com dívidas ou contas em atraso diminuiu em janeiro, atingindo 25% das famílias, ante 25,7% em dezembro. Na comparação com janeiro de 2017, entretanto, houve alta de 1,1 ponto percentual. A proporção de famílias que declararam não ter condições de pagar as suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes recuou de 9,7% em dezembro para 9,5% em janeiro, apresentando queda também em relação aos 10,2% de janeiro de 2017. Segundo Marianne Hanson, economista da CNC, “A queda das taxas de juros e a recuperação da renda do trabalho têm favorecido uma melhora gradual em algumas modalidades de crédito, com impacto sobre o endividamento”.

 

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO

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