Teia Digital

Unir/RO realiza Seminário Virtual de Economia Criativa e Tilapia é o peixe mais cultivada do Brasil – Por Sílvio Persivo

Efeitos da pandemia. “A mente, a liberdade, a luz e a vida/Neste horror sufocados” (Bocage). 

SEMINÁRIO VIRTUAL DE ECONOMIA CRIATIVA 

Promovido pelo GEITEC-Grupo de Pesquisa de Gestão de Inovação e Tecnologia da UNIR, sob a coordenação do Professor Doutor Flávio de São Pedro Filho e do acadêmico de Ciências Econômicas, William Flores de Souza, acontece, a partir do dia 10 de março, o “Seminário Virtual de Economia Criativa no Contexto Amazônico com Foco nos Negócios Sustentáveis” que tem como principal objetivo promover um espaço virtual pelo qual o amazônida possa discutir sobre a economia criativa em face da sua realidade e como objetivos específicos: 1 – Delinear a economia criativa com base nas potencialidades existentes em localidades do cenário focalizado em face das potencialidades; 2 –  analisar o cenário econômico considerando os aspectos socioambientais e econômicos, e 3 – indicar a via ideal para o desenvolvimento local integrado sustentável mediante o contexto da economia criativa. A abertura será feita por uma live, às 17h do dia 10 de março próximo, com a participação do Prof. Dr. Flávio de São Pedro Filho, Coordenador do GEITEC/UNIR e do Prof. Dr. Jonas Cardoso, Diretor do Núcleo de Ciências Sociais da Universidade Federal de Rondônia. Link para inscrição gratuita com direito a Certificado:https://sigaa.unir.br/sigaa/link/public/extensao/visualizacaoAcaoExtensao/444. 

A INTERMINÁVEL RECUPERAÇÃO DA BR-364

Quem se pronunciou na semana passada pedindo a recuperação da BR-319 foi o superintendente da Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus), Algacir Polsin, que reconheceu ser a importância logística imprescindível da estrada para a competitividade dos produtos amazônicos. Segundo ele, “Todos têm que entender que a BR-319 é vital, de extrema importância, para toda a Amazônia Ocidental”. No momento, além de duas pontes de grande porte em Manaus e Porto Velho, estão pavimentados os 198 quilômetros iniciais e os 164 quilômetros finais da BR-319. Os trechos recebem manutenção de empresas contratadas pelo Dnit, mas, nos últimos trinta anos as obras de revitalização da estrada empacaram por conta de entraves ambientais que tramitam nas esferas judiciais e nos órgãos de licenciamento. Há uma população no seu entorno de mais de 100 mil pessoas isoladas na ao longo dos seus mais de 800 quilômetros, cujos trechos estão destruídos e tomados praticamente pelo mato, sem as mínimas condições de tráfego. A BR-319 é fundamental para interligar a Amazônia Ocidental ao resto do país especialmente Amazonas e Roraíma, que só possuem esta opção rodoviária. E daí viria mais intercâmbio comercial, social e econômico com os outros Estados, gerando mais empregos e renda à população. Segundo o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, recuperar a BR-319 é um compromisso de campanha do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e afirma que a estrada é considerada prioridade nacional, estratégica, e será um modelo de desenvolvimento sustentável.  Apesar disto só recentemente, foi licitada a recuperação do ‘trecho do meio’, entre os quilômetros 250 e 655 da rodovia e, com a crise, a falta da estrada afeta ainda mais a cidade de Manaus. Nunca antes na história deste país se viu uma recuperação de asfalto tão difícil e tão demorada. 

TILÁPIA É A ESPÉCIE DE PEIXE MAIS CULTIVADA NO BRASIL 

De acordo com o Anuário Peixe BR 2020, a Tilápia com produção de 432.149 t, representou 57% de toda a Piscicultura  brasileira em 2019. No ano anterior, a espécie participou com 54,1%, ou seja, houve um crescimento 7,96% superior ao de 2018. A Tilápia está presente em todas as regiões do país, porém não em todos os estados. Amazonas, Rondônia e Roraima não possuem estabelecimentos de produção comercial. O Paraná é o grande destaque na produção de tilápia respondendo por 33,8% da produção nacional. O Brasil consolida-se, com a produção obtida em 2019, como na 4ª posição entre os maiores produtores de Tilápia no mundo. Aliás, a distância da 5ª colocada (Tailândia) aumentou para 90 mil toneladas. Em relação aos peixes nativos os problemas sanitários e estruturais, incluindo processamento e comercialização, além de dificuldades para obtenção de licenciamento ambiental, foram responsáveis pela estabilidade na produção,  em 2019. Segundo a Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR) houve um aumento de apenas 20 toneladas na produção, atingindo 287.930 t. Mesmo com uma ligeira queda na produção de peixes nativos, Rondônia mantém-se folgado na liderando o cultivo. A novidade do ranking dos cinco maiores é o Amazonas, que substitui Roraima na relação. Destaque também para o Maranhão, cuja produção de nativos cresceu 9,4%. No ano, Rondônia produziu 68.800 t, Mato Grosso, 46.280 t; Maranhão, 38511 t; Pará, 25.005 t e Amazonas, 20.596 t. 

SATÉLITE BRASILEIRO LANÇADO COM SUCESSO NA ÍNDIA

Neste último domingo de fevereiro (28) ocorreu o lançamento do domingo, o satélite Amazonia 1, que alcançou 752 quilômetros de altitude da superfície da Terra. O lançamento ocorreu a partir do Centro Espacial Satish Dhawan, na cidade de Sriharikota, na província de Andhra Pradesh, na Índia, e marcou dois avanços tecnológicos brasilerios: o domínio completo do ciclo de um satélite – conhecimento dominado só vinte países no mundo e a validação de voo da Plataforma Multimissão (PMM), que funciona como um sistema adaptável modular para cumprir diferentes objetivos. É fruto de uma parceria entre o Brasil e a Índia. O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marcos Pontes, acompanhou o lançamento do centro de controle da missão na Índia, e discursou para a equipe indiana depois do sucesso da missão afirmando agradecendo: “Muito obrigado pelo lindo lançamento, lindo foguete e por todo o esforço. As bandeiras (da índia e do Brasil) representam exatamente o que estamos fazendo aqui hoje: uma relação cada vez mais forte”.  

AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

  • A opinião dos colunistas colaboradores não reflete necessariamente a posição da Folha Rondoniense

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