Teia Digital

 ESTIMATIVA DO IBGE É QUE A SAFRA DE 2018 SERÁ MENOR – por Silvio Persivo

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Eu confesso que também não. “Nunca fiz amigos bebendo leite, por isso bebo vinho” (Silas Sequetin).

 PESQUISADORES DA UNIR VÃO PARTICIPAR DA INFOPARTY 2017

Nos dias 17, 18 e 19 de novembro, acontece, em Porto Velho, a Infoparty 2017, um evento tecnológico voltado ao ambiente virtual promovido pelo governo de Rondônia, através da Superintendência Estadual de Assuntos Estratégicos (Seae), em que a Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR) será uma das instituições participantes. A Infoparty será realizada no estacionamento do Palácio Rio Madeira, de meio-dia ao meio-dia, com 48 horas de programação ininterruptas, incluindo palestras, stands tecnológicos, campeonatos virtuais, robótica, startups e muito empreendedorismo digital. Uma das participações confirmadas será a dos pesquisadores do Grupo de Pesquisa em Gestão da Inovação e Tecnologia (GEITEC/UNIR), que farão uma exposição de livros e banners referentes às pesquisas do Grupo. Além do grupo, o professor Elvino Ferreira e mais dois discentes pesquisadores do Departamento de Medicina Veterinária, Campus de Rolim de Moura, também participarão do evento. A exposição dos pesquisadores da UNIR na Infoparty 2017 será nos dias 18 e 19, das 7h às 12h. Segundo o professor doutor Flávio de São Pedro Filho, coordenador do GEITEC, “Esta participação é um momento especial em que a Universidade Federal de Rondônia, por meio do Grupo, poderá expor para a sociedade rondoniense os produtos gerados em pesquisas aplicadas no eixo da Ciência da Administração, com foco em inovação e sustentabilidade”.

I SEMINÁRIO DO PODER PÚBLICO E TERCEIRO SETOR

Começou, ontem, e continua nesta sexta-feira (10), promovido pelo Governo de Rondônia, no auditório Governador Jorge Teixeira, no Tribunal de Contas (TCE), o I Seminário do Poder Público e Terceiro Setor, uma aliança estratégica para o desenvolvimento sustentável de Rondônia, para discutir o tema com o segmento e com os melhores especialistas do País. Organizado pela Superintendência Estadual de Assuntos Estratégicos (Seae), que busca debater e aprofundar as discussões sobre o Marco Regulatório do setor (legislação – Lei 13.019), bem como as práticas das organizações envolvidas (OSC) e seus aspectos gerenciais, além de uma pertinente reflexão sobre gestão, planejamento, captação de recursos e empreendedorismo social dessas organizações. O objetivo é o de incentivar e ajudar para  que as entidades encontrem as soluções para seus próprios empreendimentos, mas desvinculando sua sobrevivência do Poder Público.

HOJE O DIA NACIONAL DE LUTAS

As principais centrais sindicais criaram para esta sexta-feira (10) o Dia Nacional de Lutas, Mobilizações e Paralisações contra as reformas do governo Temer, que, segundo dizem, deve ser marcado por forte manifestação dos trabalhadores em todo o país. Em Porto Velho também, como em outras capitais, terá um ato unificado das centrais sindicais e movimentos sociais, mas, a divulgação tem sido pequena e não se nota muito entusiasmo por parte da população que, na verdade, está mesmo é preocupada como a movimentação pode perturbar o seu cotidiano, ou seja, parece que só mesmo os de sempre vão se movimentar. Vamos ver.

VARIAÇÃO GRANDE NO PREÇO DA GASOLINA

Segundo o Programa de Educação Tutorial – PET do curso de Ciências Econômicas da  UNIR há uma variação sensível nos preços da gasolina na nossa capital. Os pesquisadores constataram que o  litro da gasolina comum, teve  o preço médio de R$3,83,  uma queda de 0,21% no mês de outubro em comparação com setembro. Já, no comparativo com o mês de outubro de 2016, o preço da gasolina aumentou em 2,98%. No acumulado dos últimos doze meses o preço do litro já aumentou 3,14%. Constatou-se também que a

 diferença no preço da gasolina entre os postos de combustíveis atingiu até o patamar de 10,1%, em termos monetários, ou seja, uma diferença entre os preços de R$0,37 por litro, variando entre R$3,68 e R$4,05. O preço mais baixo encontrado em outubro foi de R$ 3,68, registrando uma variação de 1,9%. O preço mais alto teve uma variação de -0,2. O preço mais alto em em outubro foi de R$4,05.

INDÚSTRIA PAROU DE PIORAR NO AMAZONAS, DIZ DIRIGENTE

A produção industrial do Amazonas registrou, em setembro uma alta de 6,8% na comparação com o mesmo mês de 2016. Os segmentos de informática, produtos eletrônicos e de bebidas foram os que mais cresceram  no período. O Amazonas apresentou o quinto melhor desempenho do país e taxa acima da média nacional, de 2,6%. O setor também teve bom desempenho no 3º trimestre do ano registrando uma alta de 3,9%. De janeiro a setembro, a expansão foi de 2,5% e de 1,6% nos últimos doze meses. Por outro lado, na comparação com agosto a indústria amazonense amargou uma queda de 1,1%. Os dados foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e, para o presidente do Cieam (Centro das Indústrias do Estado do Amazonas) e do Sinaees (Sindicato da Indústria de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares de Manaus), Wilson Périco, “Os indicadores demonstram que o setor deixou de piorar, atingimos estabilidade, no entanto, não se pode falar em uma retomada. Mesmo com faturamento positivo não significa o aumento da atividade do PIM (Polo Industrial de Manaus)”.

 ESTIMATIVA DO IBGE É QUE A SAFRA DE 2018 SERÁ MENOR

A safra de cereais, leguminosas e oleaginosas do país do ano que vem deve ser 8,9% menor do que a safra de 2017. A estimativa é do primeiro prognóstico da safra de 2018, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o levantamento, a safra deve ficar em torno de 220,2 milhões de toneladas em 2018, 21,4 milhões a menos do que a produção esperada deste ano. São esperadas quedas nas três principais lavouras de grãos do país: soja (-6,3%), milho (-14,4%) e arroz em casca (-6,8%). Também é esperado um recuo na produção de algodão herbáceo em caroço (-1,5%). Entre as cinco principais lavouras, apenas o feijão em grão deverá ter aumento na safra: 1,3%. As cinco regiões do país devem ter queda na safra de 2018, em relação a este ano: Norte (-3,2%), Nordeste (-5,8), Sudeste (-4,8%), Sul (-12,3%) e Centro-Oeste (-8%).

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