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Operação Platéias correu grande risco: Quadrilha fez três tentativas de evitar delação premiada de Batista

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A operação Platéias, que originou o Inquérito 784/STJ que desvendou uma grandiosa quadrilha que assaltava o tesouro do estado e que envolve diretamente o governador Confúcio Moura, conforme consta no relatório da ministra Laurita Vaz relatora do feito no STJ, originou-se na delação premiada do ex secretario adjunto da saúde José Batista. A delação premiada já veiculou abertamente na imprensa da capital. Em determinado momento Batista cita que por três vezes, que  Assis Oliveira e Wagner Bocão, ofereceram dinheiro a sua esposa para que o mesmo não efetuasse a famosa delação.

Vejamos. Primeira tentativa;

O Cunhado do governador Assis Oliveira, é um dos principais chefes da quadrilha,  ligou para Fátima, e marcou  um encontro na Exibida Colorida, Assis pergunta como Batista está e entrega para Fátima um pacote, que diz conter quarenta mil Reais, Fátima Recusa.

Segunda Tentativa

Wagner (possivelmente Wagner Bocão) mandou entregar por meio de Silvia (sobrinha de sua Esposa) para Fátima, a quantia de Sete Mil Reais, sendo que Fátima esposa de Batista recusou.

Terceira Tentativa

No final de Dezembro de 2011, Fátima, esposa de Batista foi procurada por Jones (funcionários da Secretaria de Finanças) e pediu para que ela entrasse em contato com uma pessoa chamada Josinaldo, Fátima ligou e marcaram um encontro no Sandubas Lanches na capital, no mesmo dia e a noite. Josinaldo no encontro, disse que estava a mando de Assis para lhe oferecer 550 mil Reais, e que o dinheiro era para Fátima pagar suas contas e demais despesas, e que o dinheiro seria entregue dia 10.01.2012, e que em contrapartida Assis queria que Batista ficasse calado. Fátima na visita que fez ao Marido relatou o fato, e que Batista lhe disse para não ligar mais para o tal de Josinaldo.

Quando o cunhado do governador Assis Oliveira, ofereceu dinheiro para que Batista não efetuasse a delação premiada, neste exato moimento a famosa operação correu sérios riscos, poderia ter sido uma operação natimorta, nem existiria a famosa operação, e a quadrilha ainda estaria ai realizando o maior assalto aos cofres público que Rondônia já viu.

A operação Plateias, por sua complexidade, pelas pessoas poderosas que alcançou, pelo grande valor de recursos desviados, por servidores e altos funcionários do governo do estado envolvidos, por padrinhos políticos poderosos, sofreu e vem sofrendo diariamente varias tentativas de sabotagem, com extorsões, ameaças físicas e inclusive de morte de alguns depoentes, coação de testemunhas, intimidação de depoentes e de profissionais da imprensa (a imprensa livre, e não cabresteadas), poderá ao final, se o Ministério Publico Estadual e Federal,  a  Policia Federal, a própria relatora Ministra Laurita Vaz não ficarem atentos, naufragar, e todo o trabalho realizado nos últimos três anos mofarem em alguma gaveta, para desespero de toda a sociedade Rondoniense.

Gomes Oliveira

Jornalista- Reg.Prof. 1272/RO

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