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“Agronegócio é ciência pura”, destaca Cesário Ramalho, presidente institucional da Abramilho, durante o ABMRA Talks

A Força do Agro sob os aspectos de produção, pessoas e renda foi o tema central da apresentação do presidente institucional da Abramilho (Associação Brasileira dos Produtores de Milho), Cesário Ramalho, convidado da série Agro Talks Exclusivo, iniciativa da Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio (ABMRA).

O presidente institucional da Abramilho define que o Agro “é o Pelé do Brasil!” e que a agricultura precisa ser definida como de fato ela é. “Somos ciência pura. Minimizamos o risco da produção de alimentos nesse momento em que enfrentamos mudanças climáticas. E conseguimos produzir três safras. Eu comecei plantando uma vez por ano. Isso é extasiante. Nós multiplicamos a receita do negócio com a mesma estrutura, a mesma área. Isso é uma verdadeira revolução. Dá muito orgulho falar das instituições que estão na base dessa conquista. É o caso da Embrapa, que fez 48 anos no mês de outubro”.

Cesário compartilhou a história do avô, que transportava gado e começou com uma propriedade pequena. Foi guardando recursos e investindo em fazendas maiores até que chegou a 20 mil hectares na região de Ituiutaba (MG). “Meu avô deu o primeiro passo na pecuária na virada do século 19 para 20 e até hoje a família segue no agro. Nesse período, a agropecuária vem passando por profundas transformações de ordem comportamental e gerencial. Antes, nós éramos fazendeiros, hoje quem manda na fazenda é a tecnologia. A agricultura é ciência e a sociedade precisa entender isso”.

O ponto alto da discussão envolveu o cerrado brasileiro, que se tornou o grande centro de produção brasileira. “O que produzimos nós exportamos. Precisamos falar mais, vender o homem do campo, vender o empreendedorismo. As propriedades rurais estão investindo em novos maquinários, há mais gente trabalhando, com tecnologia de planta, adubando melhor as terras, ressuscitando as terras cansadas. Isso é o agro”.

Jorge Espanha, presidente da ABMRA, destacou que “as pessoas ainda não percebem a importância do país que produz mesmo com tantas adversidades para mais de 900 milhões de pessoas no mundo. Alguns pontos da 8ª Pesquisa Hábitos do Produtor Rural ABMRA mostra que o impacto do agro foi pequeno na pandemia. O agro realmente não parou. Sempre questionamos como passar essa mensagem adiante e, principalmente, para as novas gerações”.

FONTE: ASSESSORIA TEXTO COMUNICAÇÃO

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