Cultura

Romance aborda violência contra mulher/femincídio e estratégia para cultura de paz entre quatro paredes

Na formato de um romance, o livro Eu que te Amava Tanto – A verdadeira história de Cecília Amendoeira, desenvolve em sua trama as bases para uma cultura de paz entre quatro paredes. A personagem Cecília recolhe dos trintas anos de violência doméstica vividos em Porto Alegre, experiências que transforma em um projeto de educação destinada a mulheres e seus filhos, meninas e meninos, jovens e adolescentes. Através dele, Cecília, apoiada por uma ONG dinamarquesa, percorre vários pontos do planeta onde a violência contra mulheres também se encontra presente.

         O romance da jornalista Jussara Marchand apresenta na primeira parte a saga da família Amendoeira, que deixa Lisboa para viver no Brasil da primeira metade do século XX. As citações a fatos históricos, entre esses a revolução de 1930, ambientam os personagens na situação social e política de então. E oferecem uma troca interessante sobre como cidadãos comuns enxergavam o país em redemoinho, também naquele momento.

         A história gira em torno de Cecília, menina criada à beira-mar no centro do Rio e que aos sete anos, depois da perda dos pais, muda-se para a casa dos tios em Porto Alegre. O que acontece com ela na madrugada de 8 de Setembro de 1983, então aos 49 anos, é o ponto de virada da brasileira. A narrativa parte de 1930 e chega à pandemia de 2020.

FONTE: ASSESSORIA

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Gomes

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